Andressa, dezessete anos, sou alta e estranha.
Home Ask Confissões me envie Arquivo Theme


18/04/2014 @ 10:52
killthefuckinglights:

I CANN OT HALNLDE THI S BNA D

killthefuckinglights:

I CANN OT HALNLDE THI S BNA D


18/04/2014 @ 10:50

18/04/2014 @ 10:41

18/04/2014 @ 10:38

verybigpimpin:

*txts back 20 days later & picks up the conversation where we left off as if no time has passed and without an excuse*


11/04/2014 @ 3:07

11/04/2014 @ 2:53

11/04/2014 @ 2:22

8/04/2014 @ 16:03

8/04/2014 @ 15:56
(rabisco aleatório de ontem à noite)

As vezes você só precisa aceitar a realidade de que sua realidade talvez não seja tão diferente assim. E ser normal nem sempre é ruim, olho pros lados, em qualquer lugar, e tudo que eu vejo são pessoas desesperadas para serem diferentes ou, ao menos, para parecerem diferente. São tantas diferenças ilusórias e confusas, tudo se mistura e nos tornamos um grande amontoado de mesma coisa. Tudo fica estampado na maquiagem, no corte de cabelo, na camiseta e no Facebook. O grito por diferença ecoa em todos os lugares… e marca. Ser diferente se torna estilo de vida, da forma mais artificial possível. E em momento algum me excluo desse acontecimento, mas não sou cega, pelo contrario. É incrivelmente sufocante a forma como quero ser eu, não quero nada além de acordar, me olhar no espelho e ver que quem está ali sou eu. Quero me ver na música, na roupa, na fala. Desisti há muito de tentar ser algo, muito menos algo diferente. Não quero ser contra rótulos, mas não creio que uma pessoa se encaixe em apenas uma classificação. Ser diferente tomou forma, e isso vai contra tudo que essa humilde palavra prega, diferente não serve como definição.

(Andressa Santarém)


7/04/2014 @ 15:52

1 2 3 4 5 »
Layout por:
silenciar